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O cenário que desenhei para o bailado “Fio Terra” foi inspirado no refúgio, nas relações comunitárias, nas experiências de vida e nas tradições artesanais. O resultado assumiu uma forma contemporânea, formalizada a partir de tubos de plástico transparente, que apresentou diferentes configurações durante o espetáculo, permitindo a interação dos bailarinos com a cenografia.

Intérpretes Bruno Senune, Joana Castro, João Costa Huther, Marta Viana, Ricardo Campos, Rita Morais e Sérgio Diogo Matias Direcção artística e coreografia Joana Antunes Dramaturgia Joana Antunes e Paulo César Gonçalves Cenografia Andreia Garcia Desenho de luz Wilma Moutinho Desenho de som João Guimarães, José Lemos e Sérgio Gregório

 


Andreia Garcia (Guimarães, 1985) é arquiteta, curadora, investigadora e professora em áreas da arquitetura, da cidade, do design e da cenografia urbana. Fundadora do Andreia Garcia Architectural Affairs, atelier sediado no Porto, tem-se especializado na disseminação da arquitetura através da investigação, de prática curatorial e de projetos editoriais.

 

De 2011 a 2012, foi comissária do projeto Smaller Cities e coordenadora dos projetos da Paisagem Criativa na Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura. Em 2015 foi curadora do Projecto Memória que celebrou o centenário do Theatro Circo de Braga e que culminou com o lançamento do livro “O Theatro e a Memória”. Em 2016, foi responsável pela coordenação editorial e programação da Representação Portuguesa na XXI Trienal de Milão.

 

Em 2017, assume a curadoria do programa de arquitetura para a Bienal de Arte Contemporânea da Maia e é convidada a pensar duas exposições para a Galeria Vertical, no Silo auto do Porto.

 

Andreia Garcia é mestre em Arquitetura, com a dissertação intitulada Arquitectura e Cinema. Jacques Tati e Le Corbusier – Diálogos sobre o Modernismo, pelo Departamento de Arquitetura da Universidade da Beira Interior (UBI, 2008).
O doutoramento que concluiu em Teoria e História da Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa (FAUL, 2015) recebeu o Prémio Professor Manuel Tainha, pela melhor Dissertação no Doutoramento em Arquitetura de 2014/2015. Em 2016 lançou o seu primeiro livro individual intitulado Espaço Cénico, Arquitectura e Cidade, pela Caleidoscópio.
Desde finais de 2016 é cofundadora, com Diogo Aguiar, da Galeria de Arquitectura, um espaço independente dedicado à reflexão sobre a arquitetura, no Porto.
É, desde 2017, professora auxiliar convidada no Curso de Arquitetura da Universidade da Beira Interior.

 

 

Colaboradores

2017.

Inés Brotons (ES)

 

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