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Dois anos depois da conclusão do doutoramento em Teoria e História da Arquitectura, surge o livro, cujo interesse se situa ao nível da reflexão sobre a cidade e a cenografia enquanto potenciadora do desígnio social e comunitário do espaço público.

O lançamento realizou-se na livraria Circo de Ideias no Porto a 1 de julho de 2017 e apresentação ficou a cargo: do orientador da tese que está na base deste livro e um dos principais impulsionadores desta publicação, João Sousa Morais; de um dos elementos do painel de júri da prova de doutoramento e umas das principais referências ao longo do trabalho, João Mendes Ribeiro Arquitecto; e ainda, da várias vezes entrevistada como especialista de alguns dos temas explorados no decorrer do processo e a programadora do projecto basilar para a análise, relativo à arte e à arquitectura de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, Gabriela Vaz-Pinheiro.

Autoria Andreia Garcia Design Gráfico Inês Nepomuceno e Mariana Marques Fontes das imagens Para as imagens de Guimarães antiga, Arquivo da Muralha, Guimarães. Para as imagens de Guimarães 2012, José Caldeira, excepto quando devidamente identificado. ISBN 978-989-658-354-5 Depósito Legal 404888/16 Edição Caleidoscópio – Edição e Artes Gráficas Publicado com o apoio Universidade de Lisboa, CIAUD (Centro de Investigação em Arquitectura, Urbanismo e Design), FCT (Fundação para a Ciência e a Tecnologia), CMG (Câmara Municipal de Guimarães)


Andreia Garcia (Guimarães, 1985) é arquiteta, curadora, investigadora e professora em áreas da arquitetura, da cidade, do design e da cenografia urbana. Fundadora do Andreia Garcia Architectural Affairs, atelier sediado no Porto, tem-se especializado na disseminação da arquitetura através da investigação, de prática curatorial e de projetos editoriais.

 

De 2011 a 2012, foi comissária do projeto Smaller Cities e coordenadora dos projetos da Paisagem Criativa na Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura. Em 2015 foi curadora do Projecto Memória que celebrou o centenário do Theatro Circo de Braga e que culminou com o lançamento do livro “O Theatro e a Memória”. Em 2016, foi responsável pela coordenação editorial e programação da Representação Portuguesa na XXI Trienal de Milão.

 

Em 2017, assume a curadoria do programa de arquitetura para a Bienal de Arte Contemporânea da Maia e é convidada a pensar duas exposições para a Galeria Vertical, no Silo auto do Porto.

 

Andreia Garcia é mestre em Arquitetura, com a dissertação intitulada Arquitectura e Cinema. Jacques Tati e Le Corbusier – Diálogos sobre o Modernismo, pelo Departamento de Arquitetura da Universidade da Beira Interior (UBI, 2008).
O doutoramento que concluiu em Teoria e História da Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa (FAUL, 2015) recebeu o Prémio Professor Manuel Tainha, pela melhor Dissertação no Doutoramento em Arquitetura de 2014/2015. Em 2016 lançou o seu primeiro livro individual intitulado Espaço Cénico, Arquitectura e Cidade, pela Caleidoscópio.
Desde finais de 2016 é cofundadora, com Diogo Aguiar, da Galeria de Arquitectura, um espaço independente dedicado à reflexão sobre a arquitetura, no Porto.
É, desde 2017, professora auxiliar convidada no Curso de Arquitetura da Universidade da Beira Interior.

 

 

Colaboradores

2017.

Inés Brotons (ES)

 

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